Desenvolvimento de software com Inteligência Artificial.
Produtos e plataformas sob medida com IA no núcleo — agentes, copilotos, busca semântica e automações que decidem. A NasteSoft entrega da arquitetura ao deploy, com avaliação contínua para você saber que o sistema continua acertando depois do lançamento.
O problema não é começar. É chegar à produção.
Praticamente toda empresa já fez um piloto com IA. Alguém montou um protótipo, mostrou numa reunião, todo mundo achou impressionante — e o projeto parou ali. O motivo raramente é o modelo. É tudo o que existe em volta dele.
Um protótipo funciona porque alguém testou dez casos escolhidos a dedo. Um produto precisa funcionar com dados sujos, com usuários fazendo perguntas que ninguém previu, com o modelo mudando de versão, com custo que precisa fechar no fim do mês e com alguém responsável quando a resposta sai errada.
É essa distância que a NasteSoft encurta. Não construímos demonstrações. Construímos sistemas com dados reais, tratamento de erro, limites de custo, permissões, registro de auditoria e um conjunto de testes que diz, objetivamente, se a qualidade subiu ou caiu a cada mudança.
O que construímos
Agentes de IA e copilotos
Um chatbot responde. Um agente decide e age: planeja os passos, chama APIs e ferramentas reais, consulta bases de dados, verifica o próprio resultado e executa a operação no sistema — dentro de permissões explícitas e com registro do que fez.
É a diferença entre "a IA me explicou como emitir a nota" e "a IA emitiu a nota, me mostrou o rascunho e esperou minha confirmação". A engenharia difícil aqui não é a conversa: é o controle. Onde o agente pode agir sozinho, onde precisa de aprovação humana, o que acontece quando uma ferramenta falha e como reconstituir a sequência depois.
RAG e busca semântica sobre a sua base
Modelos de linguagem não conhecem os seus contratos, procedimentos, histórico de chamados ou catálogo interno. RAG — geração aumentada por recuperação — é a técnica que dá esse contexto: a pergunta do usuário recupera os trechos relevantes da sua base e o modelo responde a partir deles, com a fonte citada.
Feito mal, RAG devolve resposta confiante e errada. Feito bem, ele reduz drasticamente a invenção e torna cada resposta auditável. A diferença está no tratamento dos documentos, na estratégia de recuperação e na avaliação — não na escolha do banco vetorial. Explicamos essa diferença em detalhe neste artigo.
IA embarcada em produto existente
Nem todo projeto começa do zero. Frequentemente o pedido é adicionar uma camada inteligente a um sistema que já roda e já fatura: classificação automática de tickets, extração de dados de documentos, sugestão de próxima ação, resumo de histórico, redação assistida, detecção de anomalia.
São entregas de escopo pequeno e retorno rápido — e o melhor ponto de entrada quando a empresa ainda está avaliando o quanto quer investir em IA.
Plataformas, APIs e backends
IA não flutua no vácuo. Ela precisa de um sistema em volta: autenticação, multi-inquilino, filas, processamento assíncrono, armazenamento, integrações com o que a empresa já usa. A NasteSoft constrói essa base com o mesmo cuidado da camada inteligente — porque é ela que sustenta o produto quando o volume cresce.
Como conduzimos um projeto
Nenhum projeto começa por escolher modelo ou framework. Começa por entender qual decisão de negócio vai mudar quando o sistema estiver no ar — e como saberemos que mudou.
- Enquadramento. Qual tarefa exatamente a IA vai executar, com que entrada e que saída, e qual o custo do erro. Muitos pedidos se resolvem melhor sem IA, e dizemos isso.
- Conjunto de avaliação. Antes de construir, montamos os casos de teste com a resposta esperada. É o que transforma "achei que ficou bom" em número.
- Arquitetura e custo. Modelo, estratégia de contexto, onde os dados ficam, limites de gasto e plano para quando o provedor falhar.
- Construção em ciclos curtos. Entregas semanais com algo utilizável, medindo contra o conjunto de avaliação a cada iteração.
- Produção e observabilidade. Deploy, registro das interações reais, alertas de qualidade e de custo, e um painel que mostra o comportamento do sistema.
- Transferência. Documentação e capacitação para o seu time operar, ajustar e evoluir sem depender de nós.
Quem entende o problema é quem escreve o código. Você não passa por um comercial que promete e um time júnior que executa — a mesma pessoa que discute a arquitetura com você é a que responde pelo resultado em produção.
Tecnologias e abordagem
Somos deliberadamente agnósticos quanto a fornecedor de modelo. A escolha entre os grandes provedores comerciais e os modelos abertos rodando em infraestrutura própria depende de três coisas: sensibilidade dos dados, exigência de qualidade e orçamento de operação. Definimos isso no início, com números, e projetamos o sistema para permitir a troca depois — modelo é peça substituível, não fundação.
- Camada de modelo — provedores comerciais de LLM, modelos abertos autohospedados, ou combinação dos dois por tipo de tarefa.
- Orquestração — agentes com uso de ferramentas, execução em etapas, revisão automática e escalonamento para humano.
- Recuperação — indexação de documentos, busca híbrida, reordenação e citação de fonte.
- Backend — APIs, filas, processamento assíncrono, banco relacional e vetorial, autenticação e multi-inquilino.
- Avaliação — conjuntos de teste versionados, métricas por versão, rastreamento das execuções reais.
- Operação — implantação automatizada, monitoramento, controle de custo por requisição e alertas.
Perguntas frequentes
O que é desenvolvimento de software com IA?
É construir produtos em que a Inteligência Artificial faz parte do núcleo do sistema, não um complemento colado depois. Na prática significa desenhar arquitetura, dados, avaliação e interface em torno de modelos de linguagem e aprendizado de máquina.
Vai de agentes autônomos e copilotos a busca semântica, classificação automática e extração de dados de documentos.
Qual a diferença entre um agente de IA e um chatbot?
Um chatbot responde perguntas dentro de um roteiro. Um agente de IA decide o que fazer: planeja passos, chama ferramentas e APIs reais, consulta bases de dados, verifica o próprio resultado e executa ações no sistema.
A diferença de engenharia está no controle — permissões, limites, auditoria e critérios de parada. É aí que a maioria dos projetos de agente falha.
É possível usar IA sem enviar dados sensíveis para fora da empresa?
Sim. Existem três caminhos: contratos empresariais com provedores que não usam os dados para treinamento, execução em nuvem privada dentro da própria conta da empresa, e modelos abertos rodando em infraestrutura própria.
A escolha depende do nível de sensibilidade, do orçamento e da qualidade exigida — e é uma das primeiras decisões do projeto, não a última.
Quanto custa desenvolver um produto com IA?
O custo tem dois componentes: o desenvolvimento e o consumo dos modelos em produção. Uma prova de valor bem delimitada costuma caber em poucas semanas de trabalho.
O custo de operação depende do volume e do modelo escolhido, e é dimensionado ainda na fase de arquitetura — justamente para não virar surpresa no terceiro mês.
Como saber se a IA está funcionando bem depois de entregue?
Com avaliação sistemática. Todo sistema de IA que entregamos tem um conjunto de casos de teste, métricas de qualidade acompanhadas ao longo do tempo e rastreamento das interações reais.
Sem isso não há como saber se uma mudança de prompt, de modelo ou de base de dados melhorou ou piorou o resultado — você fica no achismo.
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Tem um produto para tirar do papel?
Conte o desafio — produto novo, IA dentro de um sistema existente ou um piloto que travou. Respondemos com uma leitura honesta do que dá pra fazer.
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